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quinta-feira, 22 de maio de 2014
08/02 - Blues do Calor com Rafael Bolacha no Boteco Santa Cruz (Fotos)
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segunda-feira, 28 de abril de 2014
12/04 - Olho Seco e Gritando HC no Vip Bar
Foi num sábado de chuva torrencial que ocorreu um dos shows da minha vida, um dos shows de uma das maiores bandas de punk/Hardcore ainda em atividade nesse pais – Olho Seco.
Depois de ficar preso por cerca de uma hora dentro do carro devido a ininterrupta chuva que insistia c cair naquela noite, após uma rápida acalmada corri para o local do show já com medo de ter perdido a primeira banda que seria o Ruraw Punk, banda com raízes em Amparo e Itapira. Não sei se foi sorte minha ou azar dos caras da banda, mas infelizmente seu show até então tinha sido cancelado devido a forte chuva que alagou o quiosque que seria palco da abertura, porem posteriormente a banda tocou no salão com uma infraestrutura muito melhor.
Com um publico razoável, que seria muito maior se não fosse a forte chuva (sério, aquilo estava forte mesmo), o primeiro show da noite, com certo atraso devido outra vez, a chuva, foi já de estalo o Olho Seco e ai que começa a emoção.
Com a apresentação do meu amigo Afonso Ellero do Mult Rock (que estava tremulo de emoção), a banda começou o “Caos” sonoro com seus clássicos atemporais, um atrás do outro, sem muita conversa. Ali rolaram todos os clássicos conhecidos pelo publico – “Botas, fuzis e capacetes”, “Haverá Futuro” (essa com a famosa frase que Fabio indagou no clássico show “O Começo do fim do mundo”), “Olho de Gato”, “Nada” (nessa mencionando Redson, Ex-vocalista do Cólera que faleceu em 2009 e foi Coautor da canção) e digo que essa foi uma das mais contagiantes fazendo com que a galera perdesse a vergonha e fosse cantar no microfone com o Fabio a plenos pulmões. Além de outros clássicos como “Bandeira Vermelha”, “Sinto” e a mais esperada “Isso é Olho Seco” – Um show simplesmente histórico!
Confesso que nunca pensei que veria um show do Olho Seco na minha vida e também confesso a quem ler essa resenha que quis demorar um pouco pra escrevê-la pra tentar ser o mais imparcial possível, pois se escrevesse logo de estalo, exaltaria o Olho Seco por ser uma das minhas bandas favoritas e ficaria devendo nas outras, mas o tempo passou e realmente, mesmo eu sendo fã, o show foi fantástico, acima da média e o Fabio Sampaio é um dos melhores vocalistas do Punk rock (quase me acertou o microfone ao escapar da mão dele), mas são coisas que acontecem.
Ao termino do show, a banda foi até a área social do Vip onde recebeu imprensa e fã, montou a lojinha e vendeu seus produtos e tirou fotos com a galera enquanto isso a Ruraw Punk que teve sua apresentação prejudicada pela chuva que alagou o quiosque foi convidada a tocar no salão.
Com um som direto e reto, a banda não quis muita conversa, rolou vários de seus sons próprios, sem intervalo, apenas falava o nome do som e arregaçava. O som deles realmente é muito rápido e pesado, nos moldes das bandas que compõem coletâneas oitentistas como “SUB” e “Ataque Sonoro”, e acredito que essa é a influencia direta da banda. Caso não seja, por favor, fiquem a vontade pra me corrigirem.
Após a apresentação do Ruraw Punk foi a vez do Gritando Hc subir ao palco. Banda de Hardcore/Skate Punk também era uma das grandes atrações da noite e não decepcionou, com um som rápido e um vocal forte e furioso por parte da vocalista Lê a banda se destaca no underground desde meados de 1992 com canções que falam da rotina nos subúrbios e apologia a pratica do skate.
Confesso que não conheço muita coisa da banda, escutei muito na minha adolescência, ainda quando o vocalista era o Donald que veio a falecer na época. Das musicas que tocaram eu sou sincero em dizer que só conhecia “Quero meu ingresso pro show dos Ramones”, “Ande de Skate e Destrua” e “Velho Punk” (essa ultima fechou a apresentação).
Mas um ponto que devo destacar na apresentação da banda é o som, Achei que ficou muito embolado e a voz prejudicada. A banda trouxe o próprio técnico de som que regulou o som na hora e achei que isso deixou a apresentação meio confusa, mas mesmo assim a galra agitou e cantou junto todas às musicas. Foi um bom show também.
Pra fechar a noite veio o D.N.R. (Do Not Resuscitate), banda de Thrash/Metal/Hardcore de Jundiaí e teve a difícil tarefa de fechar a noite. Parte do publico aguardou a apresentação da banda e devo salientar que grande parte do publico ficou pra ver e garanto que quem ficou não se decepcionou com o som poderoso que a banda mandava em cima do palco. Com musicas pesadas e riff’s poderosos extraídos da guitarra de sete cordas do vocalista Raphael Zavatti que além de gritos e urros não economizou “filhos da puta” em meio as canções (rs).
Tarefa cumprida, a banda apresentou com êxito suas canções e agradou todos que esperaram até as 3 da manhã, hora que acabou a festa.
E foi isso, uma puta experiência que mais uma vez meu grande amigo Francisco Junior proporcionou-me ao trazer através de sua “Loja do Metal” essas ótimas apresentações que traz com frequência pra Itapira, mesmo sendo de Amparo.
Agradeço também aos amigos Afonso Ellero pela companhia e pelo papo, ao Ricca (Ricardo Sartoretto que sempre nos abre as portas do Vip Bar), aos outros veículos de imprensa que lá estavam e ajudam a divulgar o Rock e a todos que compareceram e curtiram um puta rolê de primeira.
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Fotos, Edição de Imagens e Resenha - Rafael Mendes
Suporte - Vanessa Freitas
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Metal Heart
Sobre a Radio:
O programa Metal Heart teve início no dia 01 de Junho de 2003,após um convite do locutor (Billy) da Estrela FM a Renato Orsi para fazer um programa de rock, que seria apenas uma edição, mas como o resultado foi acima do esperado (com a aprovação da diretora da rádio Rita Delgado), o programa foi ganhando o apoio dos ouvintes e se tornou semanal, com o objetivo de dar total apoio ao metal nacional, proporcionando às bandas a oportunidade de mostrarem seus trabalhos em entrevistas ao vivo, tornando seus albuns mais conhecidos por um número maior de bangers na região de Campinas, desde bandas iniciantes,até bandas mais conhecidas como Mad Dragzter, Tiger Cult, King Bird, Executer,etc...
Há tambem a interação com os ouvintes, onde os mesmos são convidados a participarem do programa, fazendo o playlist com total liberdade,com suas bandas favoritas.
Em 2004,para comemorar 1 ano de programa foi realizado o Metal Heart Festival com as bandas:
Mad Dragzter, Tiger Cult,Executer, Lethal Fear, Denim & Leather, Mortage e Weltkrieg, com a presença de aproximadamente 1.500 pessoas (ver fotos desse festival na seção fotos).
Com o passar do tempo o programa foi adquirindo credibilidade, contando atualmente com o apoio das gravadoras Die Hard, Big Rock Music, Encore Records, Nuclear Blast e Laser Company,e da revista Roadie Crew.
Em dezembro de 2006 foi realizado mais um festival com as bandas: Torture Squad, King Bird, Shadowside, Atlantis, Hurricane e The Butts, com mais de 2.000 bangers presentes. (ver fotos desse festival na seção fotos).
Site:
O Programa vai ao ar todo Domingo das 19 às 21hs Ao vivo pela Estrela FM de Jaguariúna ou On line pelo site: http://www.estrelafm.net/site/
Fan Page:
quarta-feira, 19 de março de 2014
Cover Vs. Autoral
Recentemente a uma questão que está pairando pelo ar e está dando o que falar tanto para o bem quanto para o mal - Cover ou autoral?
Por que estou levantando essa questão?
Porque não está sendo só uma questão de opção do ouvinte. Isso está causando certo mal estar em algumas situações em que quando surgem debates sobre o assunto, sempre há um dos lados que acaba se exaltando, o que no meu entender não precisa acontecer.
Vou levantar aqui algumas questões que favorecem os dois lados e que se prestarmos bem a atenção veremos que da conciliar muito bem os dois lados, porem sim, existem algumas limitações.
Primeiramente tudo que eu vou levantar aqui não é regra, não sou dono da verdade, da sua banda nem do seu bar/casa de show, portanto a minha opinião só diz respeito a mim, vocês pensem o que acharem melhor pra sua banda/bar/casa de show.
Por que bandas são montadas? – Há duas possíveis respostas aqui – passar suas ideias ou se divertir. Se for o primeiro, claro, será uma banda autoral e é extremamente entendível como é difícil criar algo próprio, mas com certeza alguma influencia sua banda teve, então por que não prestigiar bandas cover? - Ah, mas por que você está levantando está questão? – Porque sei que tem gente (são poucos, mas tem) que acha que por que se seu som é autoral, o cover não presta. Todo o trabalho tirando musicas pra ficarem perfeitamente iguais aos seus ídolos não tem importância nenhuma porque não é autoral, ou seja, se não é autoral, não presta e isso é um grande ponto negativo pra sua banda autoral meu amigo. Isso é de certa forma uma maneira fascista de se pensar. Você não está respeitando nem o gosto, nem o espaço de outra pessoa – logo sua banda nunca será chamada pra tocar em lugar nenhum porque sua reputação é de uma pessoa que não respeita nada e nem ninguém. Pense nisso.
No segundo caso, da banda cover, tem todo o esforço que citei acima, onde foram muitas noites em claro, ali, naquela tablatura tentando tirar o solo da sua banda favorita perfeitamente. Depois vem o ensaio, onde tem que juntar tudo e fazer tudo soar perfeito junto com a voz, que tem que chegar no tom do vocalista que fez tudo aquilo num estúdio foda. E o melhor, muitas vezes a banda consegue chegar a 80% da perfeição mas também não respeita aquela banda autoral que está no mesmo “cast” né – Ah, ralei pra caralho tirando aquele solo do Petrucci, vou ficar aqui no camarim (ou bar), num gosto dessa bandinha – É, isso também acontece, infelizmente.
Nesse caso, também tem olhos observando e certamente todo seu trabalho, com o tempo também vai pro ralô. Humildade é importantíssimo nessa área.
Mas temos um terceiro termo aqui, e o que eu apoio acima de tudo que é aquela banda que faz seu som autoral e que rola uns covers pra divertir a galera. Mesclando o repertório todo mundo sai feliz, afinal de contas temos ai muitas bandas grandes que lançaram discos só com covers, bandas como o Metallica, o Ramones, aqui no Brasil temos o Ratos de Porão que lançou o “feijoada acidente” (alusão ao disco “Spaghetti incidente do Guns ‘n’ Roses, outro disco de covers) Nacional e Internacional e o Ira! Com o bom “Isso é Amor”.
Mas não há erro algum em tocar só autoral, pelo contrario, é importantíssimo se correr atrás daquilo que se acredita, só acho que tem que se respeitar o .colega que toca o Cover e vice e versa.
- Ah, mas os bares/casa de show preferem chamar as bandas covers pra tocar por que chamam mais publico!!!!
Concordo que isso aconteça, por isso acredito que o segredo é mesclar o repertório, mas tem banda que acredita só no som autoral, nesse caso o trampo é maior. Tem que rolar bastante divulgação e colaboração da galera. Afinal tem muita gente que reclama que só tem shows de bandas covers, mas quando rola um som autoral não aparece ou se está no estabelecimento, não presta atenção, ai realmente concordo com a galera do autoral.
Mas é sempre bom ir num show, ver a banda tocar afiada aquele som que você gosta, ou até mesmo uma versão própria, por que não? – Mas o importante é curtir o som independente se é cover ou autoral, o que não pode é brigar por ideias nem ideais.
Espaço tem pra todo mundo.
Esse texto não tem a finalidade de ofender nem causar injurias. A verdadeira intenção é a união e a compreensão de ambas as partes.
Rafael Mendes
terça-feira, 18 de março de 2014
Confraria do Rock
Sobre a Confraria:
No início, as músicas eram reproduzidas em setlist aleatória no bar, propagando uma sonoridade prazerosa e entretenimento bem humorado, ao vivo, sempre regado a uma “gelada” e comidas do buteco local.
A Confraria, oportuniza aos membros, a co-participarem com suas músicas compartilhadas em vídeo web para o setlist de cada edição, selecionadas pelos apresentadores, em um roteiro divididos entre bate-papos e quadros específicos, sempre com muito Rock 'n Roll e descontração.
Hoje, estamos atuando exclusivamente em modo online, através da Página: https://www.facebook.com/ConfrariadoRockTabocasCity.
A razão da Confraria é trazer os membros a co-participarem de nossas edições, os chamados "Confrades", através das suas músicas em vídeo ou em outra plataforma, compartilhadas para o Grupo: https://www.facebook.com/groups/confrariadorockba, onde estas postagens poderão ser selecionadas, a partir de um dos nossos Apresentadores, dentro de um período antecedente a próxima gravação.
Seja bem-vindo a nossa Confraria e torne-se daqui prá frente um Confrade do Rock da Tabocas City!
Confraria do Rock
Tabocas City, a música que toca aqui é você que compartilha!
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Ensaio da Banda Love Gun - Kiss Cover pra Festa Rock de Natal
Invadimos o ensaio da banda e vimos que mesmo com espaço pequeno essa banda consegue ser grande e manda super bem.
Quem não mando bem foi a Vanessa aqui que acabou por tropeça num fio e desligar tudo kkk.
Ainda temos um Simple Vídeo pra vocês!!!
Confiram!!!
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